domingo, 7 de março de 2010

Amanhã é o grande dia. É mesmo?
Amanhã deixo pra trás todo um histórico de manhãs bem dormidas e cochilos durante a tarde. Deixo pra trás a mordomia, o descanso, o lazer, o prazer. E vêm ao meu encontro todas aquelas palavras que no final das contas querem dizer "responsabilidade". Uma meta de vida a se cumprir.
Como sempre, a cada ano é assim mesmo, digo, estamos sempre recomeçando. E começar o ano várias e várias vezes é sinônimo de chances que temos de melhorar e ganhar forças para buscar o que tanto almejamos. No meio dessa trilha, cheia de desencontros e pedrinhas no sapato, deparamo-nos com a alegria de estarmos vivos. E a alegria de termos uma força a qual não temos idéia de sua dimensão, mas é tão grande que é capaz de suportar toda a dor do mundo.
DEUS é a resposta para todas as coisas.
E amanhã é um grande dia sim, assim como todos os outros.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

FELICIDADE

Não sabes o quanto eu esperei por esse dia! Meu coração está todo saltitante de alegria, e dentro do meu corpo estão dando uma festa, os órgãos todos dançando e comemorando esta data tão especial. O meu sangue deve estar correndo feito um louco, esbarrando em tudo que vê pela frente, mas levando vigor por entre as veias que também devem estar sorridentes. Meus dentes estão sorrindo mais do que nunca, acho até que esqueceram
que estão presos por ferros e borrachas, e meus cabelos hoje estão mais esvoaçantes, espero, é assim que quero que estejam neste dia feliz. Minhas pernas dançam consigo mesmas, a espera das tuas, na esperança que me convidem para um forrózinho qualquer dia, que é para tu pisar no meu pé e a gente rir um pouco da nossa não habilidade para as danças.
Meus braços pedem abraços apertados, estão se contorcendo e meio destrambelhados, tal qual a dona, que hoje acordou ainda mais feliz.
Hoje não me interessa o tempo que está fazendo, está tudo maravilhoso, daqui a pouco o céu vai estar cor de laranja, que é a tua cor favorita, e eu gosto também. Quero que o relógio prenda um pouco seus ponteiros e segure o tempo que é pra gente aproveitar o máximo que a gente conseguir.
Mas, se nem tudo isso acontecer, ainda vai estar tendo uma festa linda dentro de mim. Porque é assim que me fazes sentir, sempre que te vejo ou recebo um telefonema carinhoso, ou uma poesia engraçada. Feliz, feliz, feliz. Você me faz asim.

Feliz um ano de namoro.



Marizinha.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lendo e analisando meu eu psicológico - gosto de analisar comportamentos de pessoas -, concluí que sou pessoa que gosta de equilíbrio. Gosto muito de equilibrar os relacionamentos, de gostar de alguém e ser amada da mesma maneira. Não que eu tome atitudes pensando em suas recompensas, mas a reciprocidade é algo que corre em minhas veias, acho que tenho necessidade da coisa.
Então esse ano, escolho para mim como um ano de equilíbrio emocional, amoroso, profissional. Pensando bem, acho que em 2009 pensei demais em namorado e acabei bolando um pouco as trocas nos estudos. O que não me foi saudável. Foi um ano apaixonado e intenso, e espero que esse também o seja, apesar de ter começado não muito bem nesse sentido.
Entre tapas e beijos, enfim, quero um pouco de paz. Não que uma briguinha ou outra não seja bom para qualquer relacionamento que se preze, mas lutei bastante e acho que estou saindo dessa fase um tanto turbulenta.
Quero unir-me a Deus em uma religião minha, quero chegar até ele e não importa de que maneira isso vá acontecer. Cada um tem suas próprias experiências.
Quero entender felicidade não como um estado momentânio, quero vivenciá-la de forma completa, e mais do que isso sentir-me completa. Meu amor é capaz de fazer isso comigo, e assim sou feliz com ele como nunca ninguém me mostrou que o bom-humor é capaz de curar qualquer dor de cabeça e indisposição.




Sinto-me como se estivesse começando..

domingo, 24 de janeiro de 2010

Hoje eu fiz programa de solteira, fui sozinha ao cinema, me senti independente, me senti corajosa.
Também me senti sozinha, tive até vontade de chorar. Escolhi um bom lugar, não muito distante dos tantos casais que se acomodavam em suas cadeiras. Assistimos nós três: eu, o hershey´s e meu copo d´água de 250 ml por $1.80, é mesmo alto o piso do shopping. Talvez quisesse ver um alguém conhecido, e que me perguntasse aonde eu estava indo ou quem era a minha companhia. Talvez quisesse ver minha reação, quer dizer, qual o problema em ir sozinha ao cinema?
Eu só queria sair de casa, precisava pisar em algum lugar sem sentir meus pés, considerando o fato que utrapassada a minha porta, sandálias não me são bem vindas.
Gostei do filme! Prestei bem muita atenção, as vezes ter um acompanhante significa que vez por outra irá me dispersar. Prestei atenção a trilha sonora, coisa que sempre faço, gosto de anotar trechinhos de músicas que me interessam, para depois colar no Google.

.. sem um final interessante para esse rascunho.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Acabou de deixar a minha casa um menino branquelo de cabelos e olhos pretos brilhantes. Deixou minha casa, meu cachorro, meu brownie exageradamente amanteigado, nossa salinha de tevê e ainda por cima, me deixou também. Mas ele volta qualquer dia. Ou no próximo final de semana, que é pra´gente namorar um pouquinho, ou muito, depende do tempo ou do programa escolhido. Meu domingo hoje está melhor do que nunca, e olhe que o meu amor já se foi. E olhe que não estou fazendo nada de útil, só aproveitando a chuva que tinha caído e também já se foi, escoando por algum lugar.
Adoro a reciprocidade, é uma palavra que me lembra uma gangorra da minha infância, eu e uma amiga equilibrando os pesos bem felizes ao saber que ambas comeram um pouco demais no dia anterior. Meu namoro é bem assim, recíproco, eu quero dizer. Todo mundo deveria experimentar
tão maravilhosa sensação de amar e ser amado, e querer sempre o outro pertinho, juntinho no sofá da sala. Da próxima meu brownie dá certo.

domingo, 9 de novembro de 2008

Aqui estarão todas as minhas inventarias e loucuras, é como abrir uma fenda em minha imaginação. Não posso controlá-la, ela me leva e me traz nesse tempo que insiste em passar por mim. As datas serão os títulos dos meus rascunhos; a cada dia, mais um número, e assim até o fim do mês. E sucessivamente.